ARTIGO DE OPINIÃO, OU NÃO...

Combater os índices de suicídio não deve ser apenas em setembro.



O Combate ao suicídio no Brasil é um tema que tem sido muito discutido, mais especificamente no mês de setembro. Segundo o site do setembro amarelo, a campanha foi Iniciada no Brasil pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), o Setembro Amarelo realizou as primeiras atividades em 2015, concentradas em Brasília. Mundialmente, o IASP (Associação Internacional para Prevenção do Suicídio) estimula a divulgação da causa, vinculado ao dia 10 do mesmo mês no qual se “comemora” o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.
Para alguns meses do ano existem campanhas referente a alguma causa, por exemplo, outubro é dedicado à conscientização para prevenção do câncer de mama, em novembro é para o câncer de próstata.
Em uma matéria produzida pela Jornalista Fernanda da Escóssia da BBC Brasil mostra que, de assunto mantido entre quatro paredes a tema de série na internet, o suicídio de jovens cresce de modo lento, mas constante no Brasil: dados ainda inéditos mostram que, em 12 anos, a taxa de suicídios na população de 15 a 29 anos subiu de 5,1 por 100 mil habitantes em 2002 para 5,6 em 2014 - um aumento de quase 10%. E dentre os motivos para a pessoa fazer tais atos são a depressão, o bullyng, solidão etc. Acompanhando as mídias sociais, parece-me um assunto novo, pois nunca tinha prestado atenção referente ao setembro amarelo. E percebo que esses dados são alarmantes.
Creio que é já é um bom começo existir campanhas referentes a isso, mas esses assuntos deveriam ser mais debatidos, pois em redes sociais, por exemplo, já vi até certo preconceito com esse tema, como se “depressão” fosse “preguiça”, É importante lembrar também que conflitos familiares pode-se passar a ser constantes nos lares de qualquer família que possui pelo menos um dos membros querendo se suicidar. E o certo seria procurar ajuda.
        Para finalizar sugiro que esse tema possa adquirir mais importância, tanto quanto a dos outros meses que tem as demais campanhas, em outras palavras, acredita-se que muita gente precisa de ajuda, mas talvez sintam vergonha de buscar, pois me parece que ainda há preconceito com isso, e que definitivamente, combater os índices de suicídio no Brasil não deve ser feito apenas no mês de setembro.

Daniel Paulus

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